Convulsões E Epilepsia

Pressão alta pode causar convulsão?

É possível que a pressão alta cause convulsões? Muitos dos estudos recentes analisaram diferentes aspectos que afetam as convulsões. Os pesquisadores também estão analisando os efeitos que a crise cria nas funções cardíaca e respiratória. Eles descobriram que, em vários ou muitos dos casos, há uma grande chance de perigo potencial para o indivíduo que sofre de uma convulsão.

Com o auxílio de monitoramento de mídia e EEG, foi possível para os pesquisadores descobrirem que tanto as convulsões tônico-clônicas quanto as focais tinham a capacidade de levar a problemas respiratórios. Além disso, também é possível derrubar os reflexos e criar instabilidade dos músculos cardíacos.

Atualmente, não há muita informação disponível sobre a relação entre pressão alta e convulsão. Não é claro para os neurologistas se a pressão arterial é capaz de produzir uma convulsão ou se os indivíduos supõem a pressão arterial como um efeito após uma convulsão. No entanto, a pesquisa continua a estabelecer uma correlação entre pressão alta e convulsão. Com a ajuda de tecnologia e medidas não invasivas, os médicos podem agora determinar a pressão sanguínea durante a ocorrência de um ataque de convulsão.

Revelações por estudos

Um caso em 2013, um paciente que sofria de epilepsia refratária estava passando por vídeo EEG junto com monitoramento contínuo da pressão arterial usando o método não-invasivo. Durante o processo de vídeo EEG, o paciente apresentou crise tônico-clônica generalizada. Durante este período, os médicos descobriram que houve uma queda drástica na pressão sanguínea, e todo o episódio durou cerca de um minuto.

Em outro caso realizado no ano de 2016, que incluiu 37 pacientes, os pesquisadores descobriram que houve um aumento da pressão arterial, juntamente com a freqüência cardíaca, que havia exibido convulsões focais. Para os pacientes que sofreram convulsões tônico-clônicas generalizadas, houve uma desconexão entre a pressão arterial e a freqüência cardíaca.

Embora a frequência cardíaca permanecesse em um ritmo elevado, houve uma queda na pressão arterial. Pesquisadores acreditam que a ocorrência de tal situação diminuirá o fornecimento de oxigênio ao cérebro, representando um grave perigo para o paciente.

Estudos Adicionais

É crucial determinar se uma pressão alta pode ser uma causa de convulsão. Mais estudos são de imensa importância nesta área para entender a ação da mudança na pressão sanguínea e seu impacto na funcionalidade anormal do cérebro. Além disso, os pesquisadores também gostariam de ter uma idéia melhor sobre as convulsões generalizadas que estão causando problemas à respiração, ao coração e ao cérebro. Quanto mais as pesquisas nessa área, melhor será o tratamento que fará com que seja fácil encontrar uma cura adequada e prevenir o ataque de uma convulsão causada pela pressão arterial.

No mesmo estudo, também é necessário que os cientistas entendam se a pressão sangüínea em si está causando o problema ou se quaisquer outros problemas subjacentes estão desencadeando os fatores. Eles terão que realizar o teste em pessoas, incluindo aquelas com histórico de epilepsia e sem histórico de epilepsia. Isso os ajudará a fornecer a saída crucial e estabelecer uma relação saudável entre pressão alta e ataque de convulsão.

Somente quando um neurologista é capaz de prever o resultado ou mostrar evidências de que a pressão alta provoca uma convulsão, é possível investigar o problema e oferecer o tratamento que ajuda a reduzir a atividade anormal produzida no cérebro. Se a ocorrência não é epiléptica, então é possível suprimir o ataque de convulsões usando drogas por um período específico.

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Eu sou o Dr. Ruby Crowder e sou especialista em medicina pulmonar e cuidados intensivos. Eu me formei na Universidade da Califórnia, em San Francisco. Eu trabalho no Hospital Geral de São Francisco e Centro de Trauma de Zuckerberg. Eu também sou professor associado de medicina na Universidade da Califórnia, em San Francisco.

Eu pesquisei a epidemiologia e o manejo da tuberculose em países de alta incidência e publiquei muitos remédios e artigos relacionados à saúde sobre o Exenin e em outras revistas médicas.

Finalmente, gosto de viajar, mergulhar e andar de mochila.

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